Os médicos abrangidos pelo Pré-Aviso, paralisarão a sua atividade profissional entre as 0 horas e as 24 horas do dia 11 de Outubro de 2017.

TVI 24{videobox}http://www.smzs.pt//images/2017/09/71364077.mp4{/videobox} Os médicos admitem fazer greve na segunda semana de Outubro. O anúncio foi feito pelo presidente da Federação Nacional dos Médicos. Mário Jorge Neves explica que existe uma predisposição e uma indignação muito forte por parte dos médicos, para enveredarem por novas formas de luta.
[audio src="http://www.smzs.pt/images/2017/09/71364597.mp3"]TSF - Notícias
Comunicado do Sindicato dos Médicos da Zona Sul
A situação da Ortopedia do Centro Hospitalar Lisboa Central é preocupante e exige uma urgente intervenção!
Por razões de segurança para os cidadãos e de qualidade na prestação dos cuidados médicos na especialidade de ortopedia, a Ordem dos Médicos, entidade pública a quem estão atribuídas competências legais nestas matérias, tomou a deliberação em 8/7/2016 de definir os requisitos elementares quanto à constituição das equipas de urgência desta especialidade médica.
Nesse sentido, deliberou que as equipas deveriam ter escalados em cada 24 horas 4 médicos ortopedistas.
Ora, o que está a acontecer, desde há vários meses, nesta unidade hospitalar que dispõe da sua urgência no Hospital de S. José, é que são escalados 2 ou 3 médicos para o mesmo período de 24 horas.
Continua o escândalo no Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital de Santa Maria e a administração hospitalar e o Ministro da Saúde remetem-se ao silêncio mesmo perante situações de intolerável promiscuidade de interesses públicos e privados e de falsificação curricular.


A delegação da UGT referiu com particular enfâse a sua defesa da Contratação Colectiva e a sua exigência de que não existam quaisquer bloqueios ao seu legal desenvolvimento, como está a acontecer com os médicos.
Sublinhou também que se identifica com as legítimas reivindicações dos sindicatos médicos, assinalando uma coincidência de perspectivas com os sindicatos médicos quanto à defesa empenhada do Serviço Nacional de Saúde, da contínua melhoria das qualificações profissionais e da alteração substancial das condições de trabalho que tornem os serviços públicos de saúde atractivos para os vários sectores profissionais.
As delegações sindicais presentes concordaram na necessidade em desenvolver no futuro contactos regulares que permitam assegurar uma intervenção activa, designadamente em torno do processo de descongelamento das carreiras profissionais e das suas grelhas salariais.


