A posição da FNAM sobre as Urgências e as chamadas “equipas dedicadas”
A desorientação política e operacional do Ministério da Saúde foi de tal forma evidente que ainda hoje não foram tomadas quaisquer medidas estruturais sobre a Urgência.
Não seremos, em circunstância alguma, coniventes com estes atentados à profissão médica, às Carreiras Médicas e ao SNS.
Faleceu o Dr António Galhordas: nota emitida pela FNAM e os 3 sindicatos regionais que a constituem
A Federação Nacional dos Médicos e os seus três sindicatos (Sindicato dos Médicos do Norte, Sindicato dos Médicos da Zona Centro e Sindicato dos Médicos da Zona Sul) tomaram conhecimento, com grande consternação, do falecimento do nosso estimado colega e amigo Dr. António Galhordas.
embora os Sindicatos dos Médicos, enquanto tal, não sejam subscritores do pré-aviso de greve, qualquer médico pode, se assim o entender, aderir à anunciada paralisação
Quando a máscara cai
ou o triste espectáculo das nomeações
São vários, demasiados e flagrantemente evidentes, os exemplos das nomeações de clientelas do actual governo para os mais diversos cargos de direcção da Administração Pública, a coberto de uma denominada Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública
As Listas de Utentes dos Médicos de Família e o despudor eleitoralista do Ministério da Saúde
Ao apresentar a intenção de aumentar as listas de utentes para 2.500 utilizadores, o ministério da saúde vem a público fazer mera propaganda política, eleitoralista e demagógica.
Os descansos compensatórios são para cumprir
O descanso compensatório é para compensar o trabalho prestado em horário nocturno bem como aos sábados, domingos e feriados, pelo que tem de se repercutir no horário semanal
Moção aprovada no X Congresso da FNAM - Ao caos das urgências o governo responde com humor negro
Para que o sector privado e o sector dito social possam crescer é necessário delapidar o património do nosso SNS
DESCANSOS COMPENSATóRIOS - Administrações fora da lei
O descanso do trabalhador médico não é uma benesse, mas uma obrigação de segurança tanto para os médicos como para os seus doentes. É um direito inalienável e insubstituível.
Carta da FNAM ao Presidente do Conselho Directivo da ACSS
A presente situação é inaceitável, um eventual atraso do ingresso no internato médico édeveras prejudicial quer para os médicos a iniciar a formação quer para as instituições que os irãoreceber.