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A luta sindical garantiu a reposição do pagamento do trabalho suplementar na ULS Lisboa Ocidental

Imagem de fundo em tons de preto e branco que mostra o plano aproximado de um relógio analógico de parede, focando os números das 2 às 4 e das 8 às 9. Sobreposta na parte inferior, encontra-se uma faixa horizontal cor de vinho. Do lado esquerdo desta faixa, destaca-se um grafismo branco em forma de balão de fala com a palavra "COMUNICADO" escrita em letras maiúsculas cor de vinho. Ao centro, encontra-se o logótipo e texto "Sindicato dos Médicos da Zona Sul" e, do lado direito, o logótipo e sigla da "FNAM - Federação Nacional dos Médicos", ambos em letras brancas.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS-FNAM) e o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA) reuniram com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) Lisboa Ocidental, no dia 25 de maio de 2026, no Hospital S. Francisco Xavier, para resolver o problema do não pagamento do trabalho suplementar.

Na sequência de um plenário com cerca de duzentos trabalhadores, as três estruturas sindicais têm vindo a reunir com o Conselho de Administração. Através da negociação que resultou destas reuniões, foi possível garantir que o trabalho suplementar seja sempre devidamente remunerado, de acordo com o previsto na lei, em vez da sua integração numa “bolsa de horas”, como acontecia até aqui.

Os sindicatos alertam para a necessidade de que os trabalhadores assinalem no seu horário, na plataforma informática, os períodos em que realizaram trabalho suplementar, para que os mesmos possam ser validados pelas chefias e pagos pela instituição.

Com esta ação sindical, deixa de ser possível o recurso à “bolsa de horas”, sendo a única alternativa o pagamento do trabalho suplementar.

No que toca ao número elevado de horas existentes em “bolsa de horas”, relativas a situações passadas, deverão os trabalhadores regularizar a sua situação por acordo com as respetivas chefias, ou requerer ao Conselho de Administração o pagamento devido.

O SEP, o SMZS-FNAM e o STFPSSRA mantêm o compromisso de defender os profissionais de saúde da ULS Lisboa Ocidental e irão continuar a acompanhar esta situação.

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