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NOTA DE LEITURA

Médicos de Família Ingleses aceitam contrato, mas os Especialistas hospitalares pedem votação sobre acção sindical

Na sua Edição de 28 de Junho de 2003, o British Medical Journal publica uma notícia da autoria de Zosia Kmietowicz, onde se divulga que a grande maioria dos Clínicos Gerais Britânicos aceitaram o novo contrato proposto pelo Governo, pondo fim ao actual sistema de pagamento e à responsabilidade nas 24 horas, pilares da prática dos CGs nos últimos 50 anos.

Os negociadores acham que o novo contrato vai melhorar a situação económica dos CGs, aumentando os ingressos na carreira e melhorando “ainda mais” a qualidade dos cuidados prestados.

No entanto, enquanto os CGs se comprometiam a modernizar os seus consultórios, os líderes dos Especialistas hospitalares anunciavam o propósito de exigir uma votação sobre a hipótese de conflito se o secretário de estado da saúde, John Reid, se recusar a regressar à mesa de negociações. Também o resultado positivo a que se chegou relativamente ao contrato dos CGs esconde a dificuldade que existiu em se conseguir um acordo. Este só foi alcançado depois de várias alterações chave no que foi considerado um documento “defeituoso”. Os pontos mais delicados diziam respeito ao modo de calcular o tamanho das listas e o pagamento, em consultórios que iam perder dinheiro com as novas regras. Só depois de resolvidos estes pontos foi possível avançar. Mesmo assim, o representante dos CGs, John Chisholm, admite que “há muito para fazer durante esta fase de implementação do contrato”.

No topo da lista de coisas a fazer encontra-se uma revisão da fórmula de Carr-Hill, usada para distribuir os recursos entre os consultórios. Os CGs querem ver considerados factores adicionais nessa fórmula, como os custos relativos à gestão de consultórios pequenos ou divididos, e de verem doentes que não falam inglês, por exemplo.

As negociações sobre um novo contrato para os Especialistas Hospitalares Escoceses, entretanto, correm o risco de fracassar, pelas mudanças que envolvem, nomeadamente os novos especialistas que fazem medicina privada terão que oferecer mais dois dias por semana ao SNS, além das 40 horas que já fazem, enquanto os especialistas actuais só têm que oferecer um.

Jorge Nogueira

 

 
 

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Revista dos Médicos - Jan-Set/03
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